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Programa Cult: Interestrelar

Final de ano tem pouca exposição e muita opção de filme, então vou invadir novamente o domínio da Virgi pra falar de “Interestelar”.

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Pois bem, qualquer coisa que eu diga é spoiler, ao mesmo tempo que mesmo contando o filme INTEIRO não dá pra te preparar pra ele… pois é…
A trama se passa num futuro em que o mundo está perto do fim, mas não um fim surreal, as razões desse fim não são apocalipses zumbis, uma onda gigante, vulcão explodindo, invasão alienígena, etc. A razão do fim é SUPER PLAUSÍVEL, é que a poluição gerou uma espécie de poeira, que gerou uma escassez de comida, e por conta disso as pessoas estão morrendo.
Até aí ok, acompanhei, mas é claro que não acaba por aí! O nome do filme é INTERESTELAR, era óbvio que teria viagem espacial, e é aí que você tem que tomar seus remedinhos e prestar toda atenção possível.
Os caras da NASA resolvem mandar uma equipe em busca de um planeta habitável, pra que a espécie humana pudesse continuar já que na Terra não ia rolar, e então começam diversas explicações sobre teoria da relatividade, e buracos negros, e um buraco de minhoca (?) e coisas que acontecem em outros planetas em 1 minuto representam 7 anos na Terra, então em determinado momento os astronautas que estão no espaço são mais novos do que as crianças que eles deixaram na Terra e já cresceram, e pra tudo isso eu te digo QUEEEEEEE???

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E é só o que eu posso te contar sobre o filme, porque mais que isso tiraria muito da graça, já vi o filme tem uma semana e continuo pensando nele (tipo com o final de A Origem, que por acaso é do mesmo diretor desse filme, o Nolan, que fez a trilogia do Batman cavaleiro das trevas), permaneço pensando em todas as mensagens que o filme tenta mostrar, nas teorias que eu entendi, nas que não entendi, nas que achei que tinha entendido mas na verdade não… Enfim. É um filme que vai marcar, vai gerar debate, já está famoso entre os cinéfilos e entre os que gostam de filmes fora dos padrões.
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Obs: mesmo com toda essa loucura descrita o filme te prende até o último segundo.
Obs2: vejam, e obriguem os amiguinhos a verem porque você VAI QUERER discutir suas teorias depois.

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Literatura: 1 Página de Cada Vez

Hi people!

E aí, como vocês estão? Aquela correria né? Eu também. Confesso que ando bastante ocupada com trabalho/faculdade/preocupações diárias, que fiquei dias pensando no que publicar aqui para vocês.

Porque embora eu tenha um acervo de livros lidos e relidos e, que eu poderia contar para vocês o que achei sobre eles, não era exatamente isso que eu estava querendo mostrar. Porque sou assim: Tenho que transmitir o que sinto de verdade.

Então, fiquei à espera da tal inspiração. E, ontem, logo pela manhã fui à procura de algo que me inspirasse. Tantas histórias legais, vários lançamentos, mas meu coração dizia: Esse não, nem esse, talvez, mas não. E agora? Ferrou né? Não tenho NADA.

Só que não!

Estava quase desistindo quando vi um livro de capa amarela (minha cor preferida). Quando li o título “1 Página de cada vez” e, fiz a ligação com a frase “Um dia de cada vez”. Tá aí, é disso que preciso. Pensei. Preciso desacelerar um pouco. Respirar. E acredito que esse também seja um fator na vida de muitos de vocês. Acertei?

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Desde nova sempre gostei de fazer listas, escrever o que estava pensando/ sentindo ou traçar perspectivas futuras, sonhos, desejos e necessidades. Faço isso até hoje, de uma forma mais racional. Mas nunca mantive um diário com chavezinha e tudo o mais. Achava isso muito coisa de mulherzinha, eu sempre fui mais a moleca da turma, gostava mesmo de ser diferente. Acredito que eu não tenha mudado muito essa minha opinião. E agora, por que não ter um diário doido assim?

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1 Página de Cada Vez tem o mesmo formato de Destrua Este Diário mas  boa parte das atividades propostas estão relacionada à escrita, e é isso que o torna mais interessante. Porque cá entre nós, eu sou um desastre nos desenhos. Já a escrita, ela é um amor que me contorna e transborda.

Vamos à SINOPSE:

 “Pense em alguma coisa que deixa você inseguro e escreva o que é em letras enormes. Use o espaço todo! Olhe bem para o que você escreveu. Agora vire a página.” No seu primeiro livro, o artista gráfico americano Adam J. Kurtz usa provocações divertidas como esta para fazer o leitor refletir sobre sua vida ao mesmo tempo em que testa a própria criatividade. Como o título diz, cada página traz uma brincadeira diferente. Pode ser uma pergunta, uma sugestão de desenho ou um pedido para que você crie uma lista de músicas para seu amor verdadeiro ou das melhores fatias de pizza que comeu na vida. O autor também pede para o leitor colar objetos inusitados nas páginas do livro e compartilhar nas redes sociais algumas das anotações feitas nele. Uma maneira espirituosa e lúdica de buscar o autoconhecimento.

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Acharam divertido? Meio doido talvez não é mesmo? Mas de fato está me fazendo recordar a época da escola. Lá no ensino fundamental, onde as coisas aconteciam de forma natural e inusitada. Onde ainda não éramos dependentes de whatssapp, facebook ou instagram. Onde compartilhávamos ideias, segredos, desejos e necessidades no ao vivo. Onde tínhamos tempo de estudar, fazer curso de inglês, jogar handball, fazer dever de casa, assistir malhação e ainda sobrava tempo pra caramba.

Hoje o tempo quase nos engole, ou será que não estamos sabendo usá-lo, gastando tempo demais grudados no celular?

Bem, essa é a proposta do Adam J. Kurtz “ Largue o celular e pegue um lápis. Encontre um tempo para si mesmo. A internet não vai desaparecer enquanto isso”

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Ok. Eu vou tentar e Vocês?

Super beijo galera e, até a próxima!

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Circuito Moda Carioca

No sábado (5) eu e Camis fomos conferir o Circuito Moda Carioca que infelizmente só durou o fim de semana. Queria ter feito o post antes, pra vocês ficarem sabendo do evento também, não rolou… Mas se você não foi, vou mostrar alguns detalhes! ;)

Além de várias marcas oferecendo produtos à preço de fábrica e mulheres ENLOUQUECIDAS por esse mesmo motivo rsrsrs O evento também oferecia palestras ótimas, no dia e horário que fomos a palestra era sobre moda e sociedade de consumo.

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O evento conseguiu mesclar bem as coisas que amamos.. foi bem #ModaCult rs
Mais detalhes sobre: http://www.circuitomodacarioca.com.br/

Regiani Cardozo

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Dica de Livro: Um Século de Moda

Como vocês sabem, eu e Regis somos publicitárias, e esse ano resolvemos fazer um curso de jornalismo de moda para melhorar nossa base aqui pro site, para poder falar com muito mais conteúdo sobre o que a gente gosta. Enfim, um dos livros que o nosso professor indicou foi “Um Século de Moda” do João Braga (eu comprei na Travessa, uma boa para quem mora no Rio ou em SP, o frete é grátis).

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O livro é superinteressante, começa com a história da moda em 1901 e vai até os anos 2000. A leitura é muito fácil, ele é bem didático, conta um ano por página, dá para acompanhar muito bem.

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Muitas e muitas curiosidades no livro como… “Por que se chama Chanel Nº5?”, como surgiram diveeersos estilistas, as influências que a moda sofria seja da música, cinema, tv, momentos históricos como guerras e outras.

Separei esse trechinho na imagem, achei bem interessante, contando a história de um dos feitos de Coco Chanel, e dizendo que ela nada mais fez do que legitimar o que nós, mortais aqui do ModaCult, tentamos passar rs que a moda é para todos.

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Então, para quem gosta de moda ou é no mínimo curioso, fica a dica! ;) rs

 

Espero que gostem.

 

Xx,

Camila Borges.

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“Cultura da Convergência”

Nesse post vamos pensar um pouco de onde vem nossas referências do mundo da moda de uma forma CULT! Hehe

Baseada no livro de Henry Jenkins, Cultura da Convergência, eu te pergunto.. Que relação isso tem com moda? E te respondo.. TODA RELAÇÃO POSSÍVEL! Afinal, o que você está fazendo lendo nesse momento esse post? O site tem o objetivo de inspirar e dar ideias mais voltadas para moda, mas o site consiste no campo virtual. Então a partir do momento que as dicas e inspirações saem do virtual e vão para a “vida real” (se é que posso chamar assim) estamos interligando campos diferentes, e mais.. se nossas inspirações não veem somente de sites e sim de televisão, revistas, redes sociais e etc.. Estamos no meio da convergência das mídias, o que podemos chamar de Cultura da convergência, assim como Henry Jenkins, citado no início do post! Touché! Rsrs

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Alguns trechos do tão falado livro:

“Bem vindo à cultura da convergência, onde as velhas e as novas mídias colidem, onde mídia corporativa e mídia alternativa se cruzam, onde o poder do produtor de mídia e o poder do consumidor interagem de maneiras imprevisíveis.” Pg.: 29

“A convergência representa uma transformação cultural, à medida que consumidores são incentivados a procurar novas informações e fazer conexões em meio a conteúdos de mídia dispersos.” Pg.: 29

 

Na introdução do livro, escrita por Mark Warshaw, ele diz que todos temos pelo menos alguma relação com as mídias:

“Pense em sua relação pessoal com as mídias. Todos nós temos uma. Você é um fã que usa as mídias para assistir seus programas favoritos. Você é um anunciante que usa as mídias para vender seus serviços. E um artista que usa as mídias para distribuir os conteúdos criados por você. Qualquer que seja sua relação com as mídias, certamente você percebeu que ela mudou muito nos últimos anos.”

 

Espero que tenham gostado da nossa pequena reflexão. Se discordarem ou quiserem acrescentar alguma coisa, é só comentar! ;)

Regiani Cardozo

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Use o que lhe cai bem..

Estamos careca de tando ouvir os grandes ícones da moda dizerem que estilo mesmo é usar o que te deixa à vontade e confortável e a gente tá CANSADA de saber que isso não é uma realidade tão verídica, né?!

Afinal, quem aí não tem aquela sapatilha que só falta arrancar um pedaço do pé (exageraaaada hahah) mas continua usando porque é lindaaaa ou porque pagou caaaaro por ela? dane-se o pé, né?! hahahah coloca esparadrapo e.. usa de novo!

 

A questão é..

SIM, fazemos alguns sacrifícios pelo tão discutido estilo, mas até que ponto isso deixa de valer a pena?

Foto: A parisiense

Todas as garotas que entendem de estilo chegam à mesma conclusão: “O segredo de um bom estilo é sentir-se bem dentro da roupa.” Elas conhecem o próprio corpo, sabem o que lhes fica bem e o que combina com seu modo de vida. Se você não se sente à vontade com um suéter muito decotado, saltos vertiginosos ou calas justas demais, vá mudar de roupa! Ines de la Fressange em A parisiense

 

Ines de la Fressange, em uma outra parte do livro, diz que devemos nos divertir com a moda, que se vestir tem que ser um ato que te faça feliz.. #ficaadica ;)

 

Regiani Cardozo

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MODA?

Alguém aí já parou pra pensar o que a palavra MODA significa?

Tão presente no nosso dia a dia, a moda é uma das maneiras mais eficazes que temos para nos comunicar.

Pra quem não sabe, ontem, eu e Camis defendemos nosso tcc – “MODACULT.COM: Um olhar sobre a sociedade de consumo e como a moda se difunde através da rede” UHUUUUUL \O/

E entre vários livros que lemos para a produção do projeto, está um do Barnard, Moda e Comunicação. Livro que indicamos, para você que tem interesse em refletir um pouco mais sobre a relação da moda com a comunicação.

 

VALE A PENA LER:

Do latim modus, a palavra moda significa modo, maneira. A forma como nos vestimos é muito mais do que uma simples vestimenta, expressa opiniões, te insere em um determinado grupo social, é uma comunicação não-verbal. Em inglês moda corresponde a palavra fashion, sua origem vem da palavra factio que significa algo que era fabricado, de origem artesanal. Fashion atualmente faz maior referência a alguma coisa que é muito usada, houve uma perda do seu sentido original. A fabricação em série colaborou de certa forma para essa mudança, passando do que era feito unicamente para uma peça que é muito fabricada e usada por diferentes pessoas. (Trecho retirado de  “MODACULT.COM: Um olhar sobre a sociedade de consumo e como a moda se difunde através da rede” baseado no livro “Moda e Comunicação” de Malcolm Barnard)

 

Regiani Cardozo

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“A parisiense. O guia de estilo de Ines de La Fressange”

Gente, mudei nosso cronograma de postagens porque ganhei ontem de presente um livro que tava querendo há muuuito tempo de uma amiga muito querida! Como já disse, ganhei ontem.. consegui dar uma olhada nas páginas, mas ler mesmo, só as primeiras.. O livro é “A parisiense. O guia de estilo de Ines de La Fressange com Sophie Gachet” e é cheeeeio de dicas de como ter aquele estilo parisiense que a gente vê nas fotos com a Torre Eiffel.

VALE A PENA LER:

Ter um estilo “made in Paris” é mais um estado de espírito. Ser alternativa e nunca burguesa, por exemplo. A parisiense jamais cai na armadilha das tendências: ela respira o l’air des temps e as usa com critério, eis sua receita secreta! Ela segue algumas regras, mas adora transgredi-las também, faz parte do estilo.

Fiz umas fotos do Livro, com dicas MUITO legais!!

“Fuja dos conjuntos” É preciso misturaaaaaar não só as roupas, mas as marcas também.. as marcas tem uma proposta de estilo e você não precisa ser garota propaganda de determinada marca,  o estilo quem faz é você!

“Ela brinca de procurar” Não importa se você compra na maior grife do país ou na sessão de roupas do supermercado, o importante é achar o que você gosta, se sentir bem, se comunicar e dizer pras pessoas o que você quer passar através do que você está vestindo.

 

ADOOOOREI: “Ela não faz o gênero de torrar todo o seu salário num must-have. Primeiro porque não tem dinheiro, e depois porque considera que tem tanto talento quanto um estilista: por que pagar caro por uma produção que ela mesma poderia ter imaginado?”

Gostaram? bem legal, ne?! Pelo visto, vamos nos inspirar MUITO nesse guia! ;)

Regiani Cardozo

 

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Vestindo poesia

Por que não vestir poesia? Faz um tempo que conheci a Poeme-se e achei a idéia super interessante, levar cultura através da moda.

São vendidas camisetas poéticas com a intenção de espalhar a poesia pelo mundo. Legal, não? Além das camisetas terem um design super legal, levam sempre o conceito do verso em sua estampa.

Então, que tal vestir poesia?

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Camila Borges

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Império do Efêmero

 “A moda (…) está por toda parte na rua, na indústria e na mídia, e quase não aparece no questionamento teórico das cabeças pensantes.”

“Como uma instituição essencialmente estruturada pelo efêmero e pela fantasia estética pôde tomar lugar na história humana?”

Trechos de “O império do Efêmero” um livro escrito pelo filósofo francês Gilles Lipovetsky em 1987.

 

Por que algo tão presente no nosso dia-a-dia deixou de ser explorado intelectualmente? Se você, como eu, acredita que a moda e a maneira como uma pessoa se veste as vezes diz muito mais do que as próprias palavras, eis aí uma oportunidade pra você refletir um pouco sobre um assunto muito comentado e pouco pensado!

 

Vale a pena ler:

“Onde começa, onde termina  a moda, na era da explosão das necessidades e da mídia, da publicidade e dos lazeres de massa, das estrelas e dos sucessos musicais? O que não é, ao menos parcialmente, comandado pela moda quando o efêmero ganha o universo dos objetos, da cultura, dos discursos de sentido, quando o princípio de sedução reorganiza em profundidade o contexto cotidiano, a informação e a cena política? Explosão da moda: doravante ela já não tem epicentro, deixou de ser o privilégio de uma elite social, todas as classes são levadas pela embriaguez da mudança e das paixonites tanto a infraestrutura como a superestrutura estão submetidas, ainda que em graus diferentes, o reino da moda. É a era da moda consumada, a extensão de seu processo a instâncias cada vez mais vastas da vida coletiva. Ela não é mais tanto um setor específico e periférico quanto uma forma geral em ação no todo social. Estamos imersos na moda (…)” 

(LIPOVETSKY, 1987, p. 180)

 

O livro e seu autor: 

Regiani Cardozo